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Com a população mais longeva e saudável do mundo, as Zonas Azuis têm ensinamentos preciosos sobre a manutenção da saúde. Nossa metodologia no Instituto Nova Saúde é inspirada neles. 

Você já ouviu falar sobre as Zonas Azuis (Blue Zones)?

Elas são 5 áreas no planeta cuja população alcança uma longevidade maior que outras partes do globo, com uma concentração alta de idosos com 100 anos ou mais! E eles não só chegam a essa idade avançada, mas o fazem com saúde. Os centenários das Zonas Azuis mostram-se com muita vitalidade e com baixa incidência de doenças crônicas, como diabetes, câncer e problemas cardiovasculares.

As zonas azuis são: Sardenha (Itália), Okinawa (Japão), Nicoya (Costa Rica), Loma Linda (EUA), Ikaria (Grécia). Elas foram mapeadas e estudadas pelo pesquisador e jornalista Dan Buettner, em parceria com a National Geographic. Juntos, eles encontraram o que havia em comum nos hábitos de vida de populações tão distintas, para encontrar as chaves para viver mais e melhor.

Essa pesquisa foi publicada no livro  “Zonas Azuis: a solução para comer e viver como os povos mais saudáveis do planeta” (Editora nVersos) e nós vamos elencar suas descobertas aqui. No livro, 9 tópicos condensam os hábitos comuns dos moradores da zonais azuis.

Se você prestar atenção, vai notar que os 4 pilares da saúde que usamos como metodologia no Instituto Nova Saúde – Alimentação, Sono, Exercício Físico e Saúde Mental – têm sua inspiração nos 9 ensinamentos das Zonas Azuis. Vamos a eles!

 

Os 9 ensinamentos das Zonas Azuis para a longevidade com saúde:

 

  • Mexer o corpo naturalmente: os habitantes das zonas azuis mexem o corpo regularmente, mas não em exercícios físicos extenuantes. Eles caminham, limpam suas casas, cuidam de seus jardins, plantam seu alimento. O corpo é mantido ativo todos os dias e sem muito estresse corporal.
  • Ter um propósito na vida: no Japão, a palavra Ikigai significa “razão para levantar da cama todas as manhãs”. É a melhor maneira de resumir o que significa ter um propósito na vida. Em sua apresentação no Ted Talks, Buettner ressalta como os moradores de Okinawa não hesitam em responder qual seu Ikigai, quando entrevistados. O nosso propósito é algo que temos que buscar dentro de nós mesmos, com fidelidade a nossa autenticidade.
  • Reduzir o estresse: cada grupo de pessoas das Zonas Azuis tem sua maneira de desacelerar. Seja pela oração ou por ter um momento de silêncio e veneração dos ancestrais. Desacelerar todos os dias, à sua forma, é fundamental para se lidar com o estresse. Ao fazer isso, o corpo responde de maneira anti-inflamatória à reação inflamatória que o estresse causa em nosso organismo.
  • Dieta baseada em alimentos frescos: não há uma dieta da longevidade. Porém, nas Zonas Azuis, as dietas se caracterizam por baixo consumo de alimentos processados e uma alimentação baseada em legumes, verduras e grãos. Ela é basicamente feita de produtos frescos. A carne está presente, mas não é a base da nutrição – há bastante consumo de peixes e não somente da carne vermelha.
  • Um pouquinho de vinho!: quem diria que um pouco de vinho poderia fazer tão bem? A bebida, consumida com moderação, faz parte do cardápio das Zonas Azuis. O vinho possui polifenóis, que têm efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. A bebida consumida na Sardenha é um vinho chamado Cannonau, que possui 3 vezes o nível de polifenóis que qualquer outro vinho no mundo.
  • Satisfazer até 80% do estômago: é um ensinamento de Confúcio que os japoneses recitam: “Hara hachi bu”, comer até se sentir 80% satisfeito. Isso evita excessos alimentares e prolonga a longevidade das comunidades. O jejum é uma prática comum também nas diferentes áreas, seja por estar inserido num contexto religioso, seja porque o jantar é feito cedo à noite.
  • Priorize as pessoas que ama: nas Zonas Azuis, os familiares tendem a conviver entre gerações. Dedicar tempo e amor aos familiares, cotidianamente, faz parte da organização social. Isso aumenta a expectativa de vida dos idosos e reduz a mortalidade das crianças – Buettner chama isso de “efeito vovó” (tradução livre). O senso de conexão é muito importante nesse tópico e nos próximos.
  • Pertencimento: a fé ou a dedicação a princípios espirituais é uma constante. Isso gera um senso de comunidade e pertencimento, além de suporte nos momentos de dor e desamparo. Independente do nome da tradição a que se filiam, a dedicação à própria espiritualidade é cultivada nas 5 áreas.
  • Encontre sua tribo: as pessoas que nos cercam a maior parte do tempo são muito importantes na determinação de nossa longevidade. A família, que é o grupo social que não elegemos, tem seu papel em nossa saúde. Mas a tribo que elegemos ativamente, nossos amigos, é fundamental para o senso de pertencimento e modula profundamente nossos hábitos também. Em Okinawa, os moais são grupos de amigos que se cuidam e se dão suporte regularmente por toda a vida. Incrível, né?

 

Gostou do nosso blog? Comenta aqui embaixo o que achou dele. A pesquisa nas Zonas Azuis reflete como o estilo de vida e o ambiente são os fatores mais influentes em nossa saúde, mais que nosso DNA.

 

Se você quiser ler mais sobre a relação de DNA e saúde, você vai adorar nosso blog Qual o segredo para uma vida saudável? Hábitos de vida ou Marcadores no DNA? (https://institutonovasaude.com.br/qual-o-segredo-para-uma-vida-saudavel-habitos-de-vida-ou-marcadores-no-dna/)

 

Referências:

 

Dan Buettner – “Como viver para ter mais de 100 anos”, Disponível em < https://www.ted.com/talks/dan_buettner_how_to_live_to_be_100/transcript?ga_source=embed&language=pt-br#t-1109915 >