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Como você está hoje, realmente? Você tem conseguido se comunicar como gostaria ou vem engolindo muitos sapos? Sente que não consegue ser compreendida ou compreendido?

Marshall Rosenberg, criador da CNV (Comunicação não Violenta), há mais de 50 anos, defende que a chave de ouro de uma comunicação é conseguir se expressar a partir do coração. Ou seja, sermos capazes de expor o nosso sentimento.

Para isso ele enfatiza a necessidade da não violência. Mas afinal, o que seria essa violência na comunicação? São os rótulos, julgamentos e críticas verbais. Quando nos comunicamos a partir dessas falas podemos até sentir que estamos cobertos de razão, mas não conectamos com o outro e nem com a mensagem que queremos passar.

Diálogos efetivos demandam CORAGEM para expressarmos nossos sentimentos. Isso mesmo, colocar o coração em ação, e em primeiro lugar!

Mas como fazer isso na prática?

Se você é a pessoa que está indo se comunicar, ou seja, que está propondo esse diálogo corajoso, antes de mais nada se pergunte: “Qual é o meu objetivo com essa conversa?” E foque nele.

A partir disso, a estrutura de uma Comunicação Não Violenta é a seguinte:

  1. Mostre fatos e evite generalizações.
    Quais são os fatos, o que você observa? Fale-os sem julgamento, sem cinismo. e sem generalizações. Evite frases como “você NUNCA lava a louça”. No lugar desta fala você pode usar: “Eu cheguei em casa e vi que você não lavou a louça”.
  2. Expresse seu sentimento.
    Qual sentimento essa situação gerou para você? Você ficou irritado, assustado, apreensivo? Continuando o exemplo acima: “Eu cheguei em casa e vi que você não lavou a louça e isso me deixou muito triste”.
  3. Do sentimento à necessidade.
    Qual foi a necessidade não atendida? Ou seja, o que foi agredido em você? Sua necessidade de descanso? Falta de empatia? Seu sentimento de segurança, ou de suporte?

    Exemplo: “Eu cheguei em casa e vi que você não lavou a louça e isso me deixou muito triste porque senti que você não me deu o suporte que precisava nesta semana super intensa de trabalho”.

  4. Deixe o seu pedido CLARO.
    O que você quer que a pessoa faça de diferente na próxima vez? Fale da forma mais clara possível.

    “Eu cheguei em casa e vi que você não lavou a louça e isso me deixou muito triste porque senti que você não me deu o suporte que precisava nesta semana super intensa de trabalho. Por favor, da próxima vez que eu precisar trabalhar até tarde, você pode lavar a louça pra mim?”.

    Uma dica: cuidado com os “desabafos pessoais”. Se o objetivo com a conversa é melhorar algo, extrair algo positivo, se você só ficar “julgando”, “dando sua opinião”, você vai desconectar totalmente, pois essas são falas que geram violência.

Eu convido você a utilizar esse passo-a-passo na próxima vez que estiver diante de um conflito eminente, precisando expor uma necessidade sua não atendida.

Além de você promover uma aproximação com quem está falando, vai aumentar, em muito, suas chances de ter seu pedido atendido.

 

 

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