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Você provavelmente já ouviu falar na sua família ou no seu círculo de amigos que uma pessoa desenvolveu uma doença – ou tem medo de desenvolver – por esta se manifestar repetidamente em seus pais, avós, tios, certo? A noção de que o adoecimento está ligado de forma determinante à hereditariedade e ao nosso DNA guiou a medicina por muitos anos. Muitos de nós vivemos acreditando estar “reféns” do adoecimento, já que tudo estava escrito em nosso DNA. A perspectiva, hoje, é um pouco diferente. 

Com avanços nas áreas da epigenética, da nutrigenética e da nutrigenômica, o DNA ganhou caráter secundário e não determinante no desenvolvimento da saúde e do adoecimento de cada um. Mas o que são essas áreas de estudo? Vamos lá! 

A epigenética é uma área das pesquisas científicas que mostram como as influências ambientais – hábitos, poluição ambiental, alimentação – afetam a expressão gênica. Ou seja, os genes não variam, mas conforme o tipo de vida que levamos, eles podem expressar-se ou não. Ainda, é possível que marcas epigenéticas – ou seja, a expressão ou silenciamento de um gene – seja transmitido para os filhos. O próprio significado da palavra já fala dessa mudança de paradigma (“epi” algo que está acima).  

A nutrigenética e a nutrigenômica estão relacionadas entre si e também ao conceito da epigenética. A nutrigenética se debruça sobre a individualidade bioquímica de cada pessoa, ou seja, sobre as diferenças de reação e absorção de nutrientes e dietas entre os indivíduos. É por isso que um alimento que faz bem a uma pessoa pode não trazer benefícios para outra. Já a nutrigenômica estuda como os nutrientes que ingerimos podem afetar a expressão dos genes que temos – super relacionado com a epigenética! O consumo de alimentos vegetais é fundamental, eles possuem componentes que podem modular o comportamento das nossas células.

Essas 3 áreas guiam a ciência que embasa o trabalho do Instituto Nova Saúde, e mais importante, elas apontam para um sentido contrário ao que a medicina acreditava até pouco tempo; a saúde está muito mais ligada aos hábitos do nosso dia a dia do que uma predestinação do DNA. Também, demonstram que o tratamento da saúde mais eficaz deve ser individualizado e holístico, portanto, multidisciplinar, considerando cada pessoa de forma completa.

Para saber mais: Epigenética, deixamos para você uma matéria da BBC que explica sobre o tema, de uma forma bastante didática: https://www.youtube.com/watch?v=naXBk4mMW6o

 

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